sábado, 11 de junho de 2011

Além da Vida --- Filme (DVD)



Por André Shatoloff


"O filme Hereafter – Além da Vida (2010), com título original: Hereafter. Do director: Clint Eastwood, Writer: Peter Morgan, Stars: Matt Damon, Cécile De France, Bryce Dallas Howard, trata o tema da continuidade da vida.

Neste filme três histórias se fundem. A de um vidente americano capaz de contactar com os mortos, mas em crise por não saber lidar com seu potencial e o assédio das pessoas ávidas por notícias dos entes queridos. Um menino inglês à procura de respostas e seus caminhos de desilusão, o encontro com charlatães, falsos profetas. Uma repórter de telejornal francesa cuja vivência de uma EQM após um Tsunami a faz levar a sério a vida, reflectir seus conceitos e vira também sua vida ao avesso.

O importante é a reflexão conduzida pelo filme sobre a evolução, o desenrolar, o questionar dos valores individuais, as tomadas de decisão, o crescimento adquirido aos personagens.

É apontado a crise de valores, crise de crescimento e como um evento negativo pode dar frutos positivos, a vida é um grande laboratório do apreender, cenário de superação, resignificação, reciclagem íntima.

A maioria dos filmes atuais é de velocidade rápida, feito para engolir sem sentir o sabor. Este é mais lento, favorável a entrar na atmosfera da dificuldade dos personagens, o drama, a reflexão, ou seja tempo para pensar nos valores da vida."



Fonte:
http://astral.sapo.pt/espiritualidades

Imagem: Internet



Além da Vida --- Análise do Filme



"Um dos pontos relevantes no filme relacionados aos fenômenos parapsíquicos, podemos citar: a repórter que durante o Tsunami passa por um breve período fora do corpo aonde reconhece uma multidão e muitos já não estavam vivos no corpo humano, mas vivos numa outra dimensão, o que chama atenção a lucidez neste momento é a figura da menina que minutos antes estava a vender artesanato; a psicometria, ou seja, a obtenção de informações a respeito de parentes quando o vidente tocava as mãos da pessoa assistida e depois de ter feito uma afinização com relação a estes parentes ocorria uma comunicação de base telepática deflagrando informações assertivas, impactantes aos ouvintes.

O fenômeno é trabalhado no filme com muita naturalidade mas além disso também gera impactos de reflexão, essa necessidade de perdoar, entender, nem sempre é algo confortável porque mexem com feridas do passado, coisas não ditas entre as pessoas.

A interação com esse triângulo de comunicação vidente, consciência comunicadora e o assistido demonstra a dificuldade no dia-a-dia das pessoas acertarem suas diferenças e conviverem bem. E o demonstrado é que essa transição de vida não faz sumir tudo isso.

Essas reciclagens que os personagens passam, em diversos momentos, o vidente, a jornalista e o menino passam por períodos de relativa introspecção sem acolhimento adequado de quem está de fora da situação, logo as crises de crescimento que pedem mudanças nem sempre são facilmente entendidas por quem está perto e não vivencia o problema. Isso não diminui a grandiosidade da superação destas dificuldades.

Entretanto assim como mostra o filme, não conseguimos manter, congelar, ou fossilizar verdades absolutas pois sempre podemos vivenciar experiências auto-persuasora capazes de resignificar imensa teoria."



Fonte:
http://astral.sapo.pt/espiritualidades


Imagem: Internet



quinta-feira, 9 de junho de 2011

Recordações de Vidas Passadas




"O Dr. Ian Stevenson – americano, que foi chefe da Divisão de Parapsicologia do Departamento de Psiquiatria da Universidade de Virginia, EUA, num trabalho que durou mais de trinta e oito anos, pesquisou e arquivou mais de 2.600 (dois mil e seiscentos) casos, na sua maioria de crianças, que, em dado momento de suas vidas, sem uma razão muito clara para isso, passaram a dizer que tinham sido outra pessoa em outra vida diferente, lembrando-se com impressionante nitidez de fatos e situações vividas, assim como de nome de pessoas e cidade

Em seu método, o Dr. Stevenson busca a comprovação da reencarnação através das ditas “marcas de nascença”, que demonstram que as pessoas além de trazerem marcas semelhantes a de seus antepassados já falecidos, traziam também inconfundíveis traços de sua personalidade, tão marcantes que indicam tratar-se do mesmo espírito, agora em corpo diferente

Em 1997, o Dr. Stevenson publicou um trabalho entitulado Reincarnation and Biology (Reencarnação e Biologia). No primeiro volume, ele descreve marcas de nascimento na pele de bebês recém-nascidos que não podiam ser explicadas pela herança genética. No segundo volume, ele se concentra em deformidades e outras anomalias com as quais as crianças nasciam que não podiam ser explicadas pela herança genética, nem por ocorrências pre-natalinas ou perinatalinas (durante o nascimento). Este trabalho contém centenas de fotos que documentam as evidencias.

Aproximadamente 35% das crianças que afirmam lembrar-se de vidas anteriores têm marcas de nascimento ou defeitos de nascimento que combinam perfeitamente com os ferimentos da pessoa que elas afirmam terem sido em outra vida, ou marcas que essas pessoas tinham.

Em 43 dos 49 casos nos quais um documento médico (normalmente um relatório de autópsia) foi obtido, foi confirmada correspondência entre os ferimentos mortais recebidos na vida anterior e as marcas ou defeitos de nascimento da criança."



Fonte:
oliviobritto.wordpress.com


Imagem:
beyondtheveil.net



sábado, 4 de junho de 2011

Projeção do Espírito


"Não se trata de turismo nem de poderes paranormais. A viagem astral é um mecanismo exercido pela alma para que a pessoa se conheça melhor.
Por Janaína Campoy

(...) Acompanhe a entrevista com Wagner Borges:

Viva: Viagem astral, projeção astral, da consciência. É tudo a mesma coisa?

Wagner: Sim. A saída do corpo é a capacidade latente que todo ser humano tem de projetar temporariamente a própria consciência, o espírito, para fora do corpo físico. Isso acontece em qualquer situação em que o metabolismo do corpo cai, como, um desmaio, relaxamento ou durante o sono, período em que ocorrem noventa e nove por cento das projeções. Os batimentos cardíacos ficam lentos, a respiração mais tranqüila e o corpo espiritual se desprende. Os antigos chamaram esse fenômeno de viagem astral. A Teosofia diz que é projeção astral, o Espiritismo deu o nome de desprendimento espiritual, o Ocultismo chama de saída astral. A Parapsicologia denomina de experiência fora do corpo e para a Projeciologia é a projeção da consciência.

Viva: Qualquer pessoa pode fazer projeção?

Wagner: Sim, porque todos somos seres espirituais. Não precisa ser médium ou seguir alguma linha filosófica. O único pré-requisito para sair do corpo é estar dentro dele.

Viva: Como diferenciar a projeção do sonho?

Wagner: Pela lucidez. A pessoa lúcida raciocina, a memória funciona e existe a noção de tempo e espaço. Na saída do corpo, ela fica tão consciente como quando está acordada. No sonho, não. Aparece um armário, que vira um elefante, que se transforma em uma cobra. Não tem como confundir.

Viva: Mas não existe um grau semiconsciente?

Wagner: É um intermediário. Não é a consciência total nem a inconsciência. Com a projeção semi-consciente, a pessoa vê alguma coisa e se pergunta: "Será que eu estou vendo isso mesmo?"

Viva: O que a pessoa sente quando sai do corpo?

Wagner: Há quem se apavore e desperte de sobressalto, achando que morreu. Tem gente que acorda e não consegue se mexer. Tenta chamar alguém e não consegue. Na verdade, esse é um estado alterado de consciência. É só o metabolismo baixo, uma questão biológica. Outro sintoma muito comum é quando a pessoa está quase pegando no sono e tem a sensação de estar escorregando ou caindo. Isso nada mais é do que um deslocamento da aura (campo energético). Existe também a sensação de que se está inchando, engordando; é só a aura se dilatando. A maioria das pessoas não sabe o que está acontecendo, porque não procurou aquilo. Mas aquilo a procurou e ela tem que conviver com isso. Aí entra a educação. As pessoas precisam saber que são consciências com um potencial incrível e que isso acontece com todo mundo, toda noite, só que inconscientemente.

Viva: Tem gente vagando à noite, sem saber?

Wagner: A maioria das pessoas flutua por cima por cima do corpo apagado, como o cachorro que não abandona a casinha e fica ali acorrentado. E como está junto ao corpo, fica sonhando com o dia-a-dia.

Viva: Por que?

Wagner: Medo, ignorância, baixo nível de consciência. Grande parte das pessoas vive o cotidiano se arrastando, pensando, sentindo e fazendo um monte de besteiras. Eu falo isso como um ser humano, que também está batalhando para melhorar. As pessoas carregam para o sonho aquilo em que pensam quando vão dormir. A maioria das pessoas dormem pensando em si mesmas, nas suas aflições, nas suas coisas imediatas e nunca erguem o pensamento na direção de uma consciência maior. Elas não têm a noção de que podem sair porque a vida delas é de fora para dentro.

Viva: Seria preciso erguer o pensamento?

Wagner: Muita gente que entra nos grupos de estudos de projeção da consciência está em busca de melhoras nos negócios, encontrar a alma gêmea, ver a aura de alguém ou fazer uma proteção. Elas não entram querendo tornar-se uma pessoa melhor e ajudar os outros. Como alguém que odeia o vizinho pode ver a aura de alguém? Mas quando ela estuda, deixa o ego e o egoísmo de lado e decide mudar, cresce muito.

Viva: O que se pode aprender saindo do corpo conscientemente?

Wagner: Em uma projeção, a pessoa tem acesso a outras consciências do plano astral, que podem ensinar muitas coisas que não existem aqui. Enquanto o corpo dorme, ela vê que a estada dela na terra é temporária e não passa o tempo encrencando. Então, ocupa-se em aprender, trabalhar, ser criativa, amar, fazer coisas interessantes. E o fato de ela sair do corpo durante a noite não a tira da vida natural: ela pode sair com os amigos, fazer sexo antes de dormir. A projeção só lhe dá forças espirituais para no outro dia acordar e interagir melhor com o mundo.

Viva: A projeção não é um passeio, então?

Wagner: Eu sempre falo para os meus alunos que a saída do corpo, para quem estuda isso de maneira séria, deve significar, basicamente, duas coisas: o autoconhecimento e a ajuda aos encarnados e desencarnados que precisam dela. Tem muita gente também que morre e fica presa espiritualmente aos apegos do plano físico. Fora do corpo, pode-se aplicar energia, mudar a vibração dessa pessoa e ajudá-la a passar para o lado de lá.

Viva: Pode-se encontrar pessoas mortas durante a saída?

Wagner: A maior vantagem dessas experiências é passar para as outras dimensões do plano astral, porque lá encontra-se parentes e amigos e descobre-se que as pessoas estão vivas do lado de lá. Aí, a gente começa a achar que a morte é uma grande tolice, uma grande cegueira espiritual.

Viva: Um sonho com pessoas que já morreram pode ser considerado projeção?

Wagner: Há formas de saber se é um sonho ou uma projeção. O cérebro produz sonhos com imagens guardadas na mente - a não ser sonhos pré-cognitivos, de algo que vai acontecer, mas são raros, porque são parapsíquicos. Agora, se no sonho com a avó desencarnada, vocês flutuam no ar, atravessam coisas, os olhos dela brilham demais e você a percebe mais nítida e mais acordada do que nunca, há sinais de que isso não foi apenas um sonho. O cérebro não tem a noção de flutuação, por exemplo.

Viva: E porque a gente não lembra da projeção?

Wagner: O problema é que o ser humano não usa nem dez por cento do seu cérebro. A nossa capacidade de memória é muito ruim. O cérebro não consegue reter as imagens que viveu à distância. Mas é possível desenvolver exercícios de estimulação dos chacras da cabeça e da aura para melhorar a memória.

Viva: Existe algum tipo de risco em fazer projeção da consciência?

Wagner: Há muitas lendas: uma delas é que enquanto você estiver fora pode entrar um outro espírito em seu corpo, ou que você pode se perder e não saber voltar. Mas a pior de todas é que muita gente já morreu fazendo viagem astral. Quando o corpo espiritual, chamado de perispírito, corpo astral, psicossoma ou corpo de luz, se projeta, ele fica ligado ao corpo físico por um conduto energético que os antigos chamaram de cordão de prata. Não é uma corda e nem é de prata. É uma extensão de luz brilhante. Mas as pessoas pensam: "Se é um cordão será que se rompe?" Mesmo que a pessoa não queira mais viver na terra, o cordão vai puxá-la. Não tem jeito.

Viva: Com a projeção da consciência, toda noite é uma novidade?

Wagner: Assim como todo dia é uma novidade.

Viva: O que acontece se todo mundo fizesse projeção consciente?

Wagner: Esse mundo seria muito diferente. Não seria possível matar alguém. Você daria um tiro, a pessoa morreria e você a encontraria no plano astral. As pessoas descobririam que o que pensam e sentem se reflete nas energias. (...)


Fonte:
http://www.ippb.org.br
Texto extraído da revista Viva Feliz Nº 8

Imagem:
www.reikiana1.blogs.sapo.pt



Precognição


"Os relatos sobre eventos envolvendo precognição estão presentes em todos os povos, em todas as épocas. Atualmente, a precognição vem sendo estudada por cientistas de todo o mundo, com a realização de experimentos importantes que apresentam evidências cientificas do fenômeno.

Jayme Roitman

O navio Titanic, na época considerado “indestrutível”, zarpou de Southampton em 10 de abril de 1912, e naufragou entre 14 e 15 do mesmo mês. O sr. John Connon Midletton, homem de negócios londrino, reservou passagem no transatlântico em 23 de março de 1912. Cerca de dez dias antes da viagem, Connon sonhou que a embarcação flutuava com a quilha para cima e, ao seu redor, se encontravam passageiros e tripulação, nadando no mar. Embora não costumasse se lembrar de seus sonhos, não o contou a ninguém, para não assustar. No dia seguinte, teve o mesmo sonho novamente. Uma semana antes da partida, ele contou o sonho para sua esposa e vários amigos, e cancelou a reserva, evitando assim ser vítima da tragédia.

O Sr. John Connon tinha documentos que comprovavam a reserva e o cancelamento da viagem. Sua esposa e três amigos enviaram seu testemunho escrito à Sociedade de Pesquisas Psíquicas de Londres, confirmando que o sonho lhes foi relatado antes da partida do Titanic. Pelo menos dez pessoas tiveram experiência de precognição relativas ao naufrágio do Titanic.

A precognição ocorre com maior freqüência quando relacionada a eventos com carga e intensidade emocional, tais como tragédias, risco de morte, acidentes, terremotos, eventos que dizem respeito a um número elevado de pessoas, etc. As indicações sugerem que ligações afetivo-emocionais associadas à iminência de sofrimento favorecem a ocorrência de precognição.

Pesquisas realizadas em Londres, Estados Unidos, Alemanha e Brasil também mostram que a maior parte das precognições espontâneas ocorre durante o sonho. Os sonhos precognitivos são geralmente vívidos; o sonhador os percebe de modo realista, como algo acontecido na vigília, diferente da maioria dos sonhos comuns.



NARRATIVAS DE PRECOGNIÇÃO PROVAVELMENTE ESTÃO PRESENTES EM TODOS OS POVOS, em todas as épocas. O conhecimento direto do futuro é o mais intrigante dentre os fenômenos paranormais.

Se pararmos para pensar um pouco, parece absurdo que a precognição exista. É como se tivéssemos consciência ou memória do futuro. Convenhamos, é algo verdadeiramente muito estranho. Não é à toa que alguns autodenominados céticos insistam em negar sua existência. Diante de casos espontâneos, por mais espetaculares que sejam, a interpretação é sempre a mesma: afirma-se o acaso ou coincidência.

É bom lembrar que ser cético é obrigação de todo cientista, e que ser dogmático não combina com ciência. Muitas vezes, se instaura um impasse praticamente insuperável com relação à explicação dos casos espontâneos. Para superar isso, parapsicólogos propuseram metodologia experimental para testar a existência ou não da precognição.

Os casos espontâneos de precognição – assim como outros eventos relacionados à fenomenologia parapsicológica – têm muita importância para o experimentador, pois é a partir da natureza e de características do evento espontâneo que os experimentos de laboratório vão ser criados. Os casos espontâneos são a razão da existência dos experimentos parapsicológicos e, ao mesmo tempo, inspiram os experimentos.



Autoria: Jayme Roitman
www.ippb.org.br
(Extraído da Revista Sexto Sentido 52)


Imagem:
jornallivre.com.br



quinta-feira, 2 de junho de 2011

O Correto Adormecer


"Quando nos deitamos e nos preparamos para adormecer, o Eu Superior vai reunindo todas as energias disponíveis, levando-as para a região do centro cardíaco. É importante acompanhar esse movimento, interiorizarmo-nos e partirmos para um sono tranquilo, na direção de níveis mais profundos. Os pensamentos que passam devems er descartados ou transformados em algo melhor, segundo esse movimento introspectivo. Do mesmo modo, o que ainda estiver tumultuado no corpo emocional deverá ser apaziguado, enquanto o corpo físico descansa.

Quando o corpo físico e o cérebro dormem, a alma recolhe-se em seu próprio nível, que é o plano mental abstrato ou intuitivo. De lá, a alma pode, ou não, enviar impressões para os corpos da personalidade. Se os corpos estiverem prontos, em repouso , as mensagens da alma podem atravessá-los e serem transmitidas do mental para o emocional, do emocional para o etérico e deste para o cérebro físico. Desse modo quando o corpo acordar depois do sono, terá registrado no cérebro o que a alma enviou. Todavia, se não houver o devido relaxamento, a mensagem poderá não ultrapassar sequer as barreiras do mental concreto,
nível mais próximo à região da alma.

Se não houver relaxamento, o cérebro físico continuará registrando o que acontece em torno, como por exemplo, os ruídos do meio ambiente. Com isto estará impedido de captar o que ocorre nos níveis mais sutis durante a noite e, quando o capta, fá-lo com imprecisões.

(...)

Seria bom ao adormecer atingíssemos logo, com a consci~encia, zonas mais profundas do nosso
ser. Há uma técnica que pode ser usada não só para nos lembrarmos não só do que se passou á noite, mas também para atravessarmos rapidamente os níveis intermediários. Consiste num cuidado especial para com o momento-limite que antecede o adormecer, momento este em que não estamos nem acordados nem dormindo, em que vamos entrando no estado onírico. Aí, o último pensamento do consciente deve ser positivo, imbuído da vontade de ir para um nível bem alto, superior: um pensamento que seja a afirmação de um mundo espiritual. Isso determina sua vida nos sonhos mais madura.

Esse procedimento é válido, igualmente, para a hora em que vamos descansar. Treinando nossos mecanismos a cada noite, ao nos deitarmos, tornamo-nos aptos para fazer esse exercício no momento de descansar, só que com repercussão ainda maior: o último pensamento determina uma série de condições para a vida futura.

Quanto ao hábito de leitura antes de dormir, podem ser feitas várias observaçãoes. Toda leitura coliga-nos com o plano mental do escritor ou com o nível que o inspirou. Se lermos um livro policial antes de adormecermos, podemos ir para o baixo astral; mas, se lermos um livro filosófico de boa qualidade, podemos ir para o mental superior. Assim, também, se adormecermos logo após assistir ao jornal da televisão, vamos entrar na vibração do ambiente psíquico
que nos foi mostrado.

(...)

É impossível sugerir a pessoas diferentes a mesma técnica para o correto adormecer. Cada indivíduo está em um ponto evoluitvo e, portanto, tem necessidades diferentes. Além disso, cada um tem sua linha de menor resit~encia na execução das diferentes atividades, linha essa que varia segundo o temperamento e que precisa ser descoberta e respeitada."



Autoria: Trigueirnho
Livro: Nossa Vida nos Sonhos


Imagem:
http://seepzine.com/



quarta-feira, 1 de junho de 2011

O que é a Clarividência



Por Rodrigo Medeiros


"Clarividência é uma forma de percepção visual além dos olhos físicos, que torna possível ver as bioenergias, ou aura, de uma pessoa por exemplo. É possível também através da clarividência observar eventos que acontecem em dimensões além desta onde vivemos. Muitos casos onde pessoas relatam ter visto um “espírito”, “fantasma” ou “guia espiritual” podem ter a sua explicação assentada na clarividência.

Quando alguém vê uma entidade não-física, por exemplo, um parente que já faleceu, é bastante comum que este parente se apresente através de uma imagem semitransparente, frequentemente com cores menos intensas, todo em branco, ou em tons de cinza. Isso porque o estímulo visual da clarividência é em geral mais fraco comparado com o estímulo visual físico.

A clarividência espontânea ocorre com muita frequência em momentos de relaxamento maior, em geral quando a pessoa relaxa um pouco mais de maneira a permitir que o seu corpo emocional (psicossoma) se expanda e receba com mais intensidade o estímulo visual não-físico (extrafísico) baseado em bioenergias. Por outro lado, há relatos de clarividência que ocorrem em casos de stresse ou onde não há nenhum relaxamento ou condição do corpo físico favorável.

A clarividência permite ao experimentador observar, por exemplo, os reflexos da bioenergia ao redor de uma outra pessoa. Estes reflexos da energia, popularmente conhecidos como aura, são a parte mais externa do nosso corpo energético (energossoma). Este reflexo das energias é dinâmico e muda de acordo com a intensidade e padrão dos nossos pensamentos e sentimentos."



Fonte:
http://astral.sapo.pt/espiritualidae/outras/o- que -e -a-clarividencia 989627.html

Imagem: Fada
http://espiritualismo.hostmach.com.br/imagens/fenomenos/fada01